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sábado, 9 de dezembro de 2017

A pérola verdadeira e a pérola falsa


        “O verdadeiro conhecimento espiritual é como uma pérola autêntica de inestimável valor, que torna aquele que a possui dono de uma preciosidade. O falso conhecimento é como uma pérola falsa, pela qual se pagou uma fortuna, acreditando-se ser verdadeira. Um dia, descobre-se o engano.”





A teoria e a prática espiritual


   Se uma pessoa souber tudo o que existe numa enciclopédia, isso não fará dela um sábio. Se ler todos os tomos de filosofia, isso não fará dela um filósofo. Se estudar todo o ensinamento espiritual dos Mestres Ascensos, isso não fará dela um discípulo, um santo ou um mestre. Uma pessoa pode ser geneticamente predisposta a tornar-se um excelente atleta. Mas isso não fará dela um atleta. Bons professores, conhecimento da técnica e observação ajudam, mas o que a tornará campeã é a prática, o exercício constante, a dedicação e a determinação de bater seus próprios recordes.

   Na vida, quem quiser dominar, de fato, uma área do conhecimento, terá que praticar o que sabe, exercitar-se e colocar à prova, na prática, a teoria estudada. No universo do conhecimento espiritual também é assim. Teoria, informação, textos, cursos podem ser alavancas para iniciar e impulsionar o processo da busca do verdadeiro conhecimento espiritual, mas apenas isso. Para se chegar a ele é necessário que se pratique, dia após dia, até alcançá-lo.

   O conhecimento espiritual desvinculado da prática, da vivência, é estéril, além de ser passível de ser distorcido. Um ensinamento que não é praticado, geralmente é incompreendido. Para se chegar ao verdadeiro conhecimento espiritual é preciso ser capaz de torná-lo vivo, ou ele se perderá. Aplicado, torna-se sabedoria, que está associada ao ato de aplicar de forma correta o conhecimento.

   O homem, quando se propõe viver o verdadeiro conhecimento espiritual, aperfeiçoa-se nesse processo, aprimora-se, eleva-se, santifica-se. O verdadeiro conhecimento faz com que ele busque substituir os aspectos inferiores da sua natureza humana pelos aspectos superiores da sua natureza divina, latente dentro do seu ser, num processo constante de santificação. Esse processo é conhecido como “troca de vestes”, e pode ser realizado em cada minuto da vida. A “troca de vestes” é o primeiro fruto do verdadeiro aprendizado espiritual.

   O  conhecimento espiritual verdadeiro é conquistado no íntimo da alma. Ele pode ser alcançado nos momentos mais simples e comuns da vida. Pode ser acessado naquele momento precioso quando, em meio a uma mala de roupas para lavar, na agitação do trânsito no final do dia, numa longa fila, À espera de ser atendido, algo imaterial é capturado pela atenção do buscador. Então, um pequeno gesto, um olhar, uma simples palavra, pode revelar, com delicadeza, que algo do céu materializou-se ali, naquele coração, embora ninguém tenha percebido tal coisa. Esse saber, assim incrustado na preciosidade do dia-a-dia, pode ser invisível e passar despercebido às pessoas em geral, mas é profundamente tangível nas mãos de quem o alcança.

   O verdadeiro conhecimento espiritual não está relacionado à capacidade intelectual de compreender conceitos abstratos. Ele é acessado internamente pela pessoa que tem os requisitos espirituais para recebê-lo. Pode ser acessado por um analfabeto ou por uma criança. Ter conhecimentos de filosofia ou ser capaz de discorrer com inteligência sobre questões eruditas ou ter uma argumentação eficiente em questões teológicas, nada disso torna uma pessoa apta a obter um ensinamento espiritual legítimo. Apenas as qualidades da alma são critérios realmente válidos. O “reino do céu” pode ser revelado às criancinhas e ser ocultado dos entendidos.

   Fala-se em “sábia ignorância” em assuntos espirituais, e isso diz respeito àquela qualidade da alma que faz com que uma pessoa saiba o que é verdadeiro e o que é falso, de forma completamente natural, o que a faz repudiar informações corruptas, mesmo sem saber por quê; o que a faz ficar longe da falsa senda, por meio de uma proteção natural da qual nem mesmo tem consciência. Essa qualidade da alma faz uma pessoa caminhar entre lobos sem ser devorada e, estando perdida no meio de uma floresta escura, conseguir sair dali intacta, apenas seguindo a orientação interior. Há pessoas que vivem o Ensinamento mesmo sem saber que ele existe. Outras se resguardam instintivamente durante longa data, evitando abordagens espirituais falsas, até que um dia encontram o verdadeiro ensinamento e nele permanecem, sentindo-se em casa, como se já soubessem das coisas que encontraram.

   Se uma pessoa encontrou a informação espiritual pela qual esperava, precisa agora decidir-se a torná-la viva na sua vida. Sem isso, terá a ilusão de ter encontrado a pérola preciosa. Mas na verdade, embora a tenha vislumbrado, não a possui.


A simplicidade do sábio 


   O verdadeiro sábio é aquele que pratica o saber. Sem ostentar a profundidade do seu saber, sem nem mesmo achar que sabe tanto, ele não tem necessidade de mostrar-se erudito. E sua simplicidade, expressão da sua sabedoria, pode ser encontrada no olhar singelo que ele lança sobre um fato da vida.

   A simplicidade da alma é uma virtude necessária ao estudante do conhecimento espiritual. O estudante deve ter em mente que para apreender realmente os legítimos ensinamentos espirituais, deverá praticá-los. E porque os pratica, o risco de distorcer sua compreensão torna-se pequeno. E nessa empreitada de praticar para compreender, ele acabará percebendo a inutilidade de ostentar o saber.  Praticar o saber torna a alma simples, humilde.

   Esse assunto pode ser bem ilustrado pela história que encontrei na autobiografia de Iogananda.

“Numa ilha viviam três velhos eremitas. Eram tão simples, que usavam apenas esta oração: “Nós somos três. Tu és três. Tem piedade de nós.” Grandes milagres ocorriam no decurso desta ingênua prece.

O bispo da região soube da existência dos três eremitas e da sua inadmissível reza e decidiu visitá-los a fim de lhes ensinar as invocações canônicas. Chegou à ilha, disse aos eremitas que aquela súplica aos céus era indigna e instruiu-os em muitas orações usuais. A seguir, o bispo retirou-se num barco. Viu, ao longe, deslizando na esteira do navio, uma luz esplendorosa. À medida que ela se aproximava, distinguiu os três eremitas, de mãos dadas, correndo sobre as ondas no esforço de alcançar o barco.

- “Esquecemos as preces que nos ensinou,” gritaram eles, ao verem de perto o bispo. “E nos apressamos a vir pedir a repetição delas.”

O bispo, assombrado, sacudiu a cabeça, negativamente.

- “Meus queridos,” respondeu ele, humildemente, “continuem a viver com sua antiga oração.”  1

   Esta singela história poderá nos inspirar, quando a ânsia pelo sagrado nos impulsionar a buscar o conhecimento espiritual.


Falsos mapas


   No universo do conhecimento espiritual, às vezes, deparamo-nos com falsos mapas. Uma informação espiritual correta pode ser mal compreendida e ter seu significado distorcido. Mas há informações espirituais errôneas, que funcionam como mapas falsos, e fazem o buscador embrenhar-se por caminhos que jamais o levarão ao seu destino. Depois de praticar incansavelmente todas as recomendadas disciplinas, depois de adestrar sua mente com as doutrinas que lhe são apresentadas como verdadeiras, o buscador poderá ter a sorte de perceber que comprou gato por lebre.

   No vasto universo do conhecimento espiritual, há que se exercitar o discernimento na escolha dos caminhos a percorrer. Há lobos em pele de cordeiro e mentiras que são contadas como verdades. O objetivo é sempre desviar a atenção daquele que tem sede, tentando saciá-lo com algo que não tem a marca da verdade.

   Seguir um falso ensinamento é como seguir os caminhos sugeridos por um mapa falso, pois o buscador não encontrará a arca do tesouro. No final de toda uma caminhada, perceberá que gastou seu tempo e suas esperanças perseguindo uma ilusão. Ficará marcado pela desconfiança e pelo medo e possivelmente, estará traumatizado o suficiente para repudiar o verdadeiro mapa quando este aparecer.

   A ingenuidade é má companheira, usada por ardilosos enganadores da humanidade, para fazer cair na sua rede os puros de coração. O estudante dos Ensinamentos da Grande Fraternidade Branca deve acautelar-se em relação ao brilho da pérola falsa. No campo espiritual, assim como na vida prática, nem tudo o que reluz é ouro. O discernimento, a visão correta, a observação cautelosa podem ser companheiros valiosos nos primeiros tempos de estudos espirituais.


Fonte:

www.auramater.com.br – auramater@auramater.com.br


segunda-feira, 18 de abril de 2016

ESTUDANDO COM OS MESTRES ASCENSOS

  Com os Mestres, aprendemos que vivemos nosso dia a dia, conscientes de uma realidade criada através do nosso livre arbítrio. Nossa consciência ativa, (a nossa alma), quando está encarnada em um corpo físico, serve-se dos veículos terrenos, (os quatro corpos inferiores) para assimilar a vida terrena que a cerca. A partir dessa assimilação, toma suas decisões para atuar na transformação do mundo, que ora enxerga.

  Os quatro corpos inferiores estão divididos em dois corpos ômega; a memória e o mental, e dois alfa; o emocional e o físico. Assim, a consciência/ alma, serve-se das energias que permite entrar em seus corpos ômega, e das que permite estar próximas aos seus corpos alfa.

  Nós somos muito mais do que nossas consciências/ almas. Nós também somos nossa consciência superior, superconsciente (EU-Superior), e, ainda, a consciência inferior, subconsciente (eu-inferior). A primeira, criada por Deus para nos guiar/ servir,; e a segunda, criada por nós mesmos, fruto de nossas energias e criações imperfeitas, que luta para se manter viva através de nossos erros. Erros que geram mais energia corrompida, e que mantêm este eu inferior vivo/ ativo/ sugando nossas energias.

  O leme mestre de tudo isso é a nossa alma, nossa consciência ativa que deve comandar nossa vida em direção ao Eu Superior e obedecer aos seus direcionamentos. Nós precisamos utilizar nosso tempo, todo o nosso dia a dia, buscando contato com a consciência superior, pedindo a Ela que preencha os nossos corpos ômega (a nossa memória e mental), com energias superiores e divinas, e que afaste para longe de nossos corpos alfa (o nosso corpo físico e emocional), as energias de baixo calão de nosso planeta e seres viventes mal intencionados. Entenda, que uma vez que uma energia ruim tenha se alojado dentro de nossa memória e mental, a nossa consciência ativa (a alma), terá de lidar com ela. Por isso precisamos cuidar para que nossa atenção esteja sempre voltada para aquilo que é correto e perfeito.

  Os mestres nos ensinam que podemos chamar os seres cósmicos de luz, para elevar as energias externas e internas, de nossas vidas, e de nosso planeta. Não precisamos nos render a energias ruins, elas é que precisam se render aos nossos apelos ao fogo divino. Ao fazermos chamados à luz etérea superior, teremos grande poder de ação sobre o mundo, seja ele físico, emocional, mental ou a memória (etéreo inferior). Mas para que isto ocorra, precisamos nos dirigir aos seres do éter superior (Mestres Ascensos, Anjos, Arcanjos, Elohim, Presença EU SOU, EU Superior)  e invocá-los, implorando que atuem em nosso mundo.



  O verdadeiro guerreiro da luz é aquele que comanda as hostes de luz para atuarem em prol da verdade e do bem geral de todos. Nós todos, os filhos da luz, precisamos enxergar e reconhecer a mentira e a energia desqualificada e pedir às forças de luz que as transformem em verdade e em energia bem qualificada. 

  Além de pedirmos a intercessão divina constantemente para este mundo tão poluído, precisamos entender que é de responsabilidade da alma consciente, colocar sua atenção e pensamentos, em coisas e energias elevadas e puras, protegendo sua mente das forças astrais. Este é o único meio de vencer as trevas e buscar a ascensão de suas consciências para a unificação com a mente superior do EU SOU O QUE EU SOU (Deus individualizado para cada alma).

  Precisamos exigir a harmonia onde habitamos e fugir dos ambientes de desarmonia e conflito.

  Para saber mais visite: www.grandefraternidadebranca.com.br

  Vitória Sempre na Luz!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

O QUE É A "GRANDE FRATERNIDADE BRANCA" ?

 Alguns de vocês já podem ter ouvido falar sobre a Grande Fraternidade Branca, ou quem sabe já estuda seus ensinamentos? Aqui vou iniciar a divulgação desta escola esotérica pois comecei a estudá-los a pouco tempo e gostaria de compartilhar esta luz.



 Grande Fraternidade Branca é a fraternidade hierárquica celestial, composta dos seres etéreos de Luz, unidos ao UM: Os Elohim, os Arcanjos, os Anjos, os Santos e Sábios Mestres Ascensos que são os Filhos de Deus já ascensionados na Luz, e unidos ao Espírito do Deus vivente, formam os exércitos do Senhor, e também os 144.000 seres de Vênus que se juntaram ao amado Sanat Kumara para libertar a terra das trevas.

 Fazem também parte da Grande Fraternidade Branca, chelas* dos Mestres Ascensos que não atingiram a ascensão, indivíduos que lutam para ajudar a evolução das almas da Terra para que elas encontrem o caminho da luz. 

 O objetivo desta fraternidade é manter acesa a chama da sabedoria, do amor e do poder de Deus na Terra, a Chama Trina, e ensinar ao discípulo os ensinamentos esotéricos dos Mestres Ascensos, um estudo sério sobre os mistérios do nosso planeta e do universo que nos cerca. É o estudo dos mistérios de Deus. É uma ciência para aqueles que "estão prontos" para recebê-la, os que amam a verdade, os místicos, aqueles que anseiam uma aproximação maior com o Criador. Esta é a hora destes ensinamentos serem compreendidos por muitos, a grande hora do conhecimento quando muitos estão preparados para recebê-lo.

 Na Grécia antiga por exemplo, eram famosas as escolas de mistérios, como a de Eleusis, onde estudantes levavam anos para aprender o que atualmente está aberto para todos.

 Desde a expulsão do homem e da mulher do jardim do éden, (e-don, significa a sabedoria divina, ou o Domínio do Elohim, simbolizando a consciência pura de Deus.), devido ao mal uso do Fogo Sagrado na aplicação incorreta do livre arbítrio, a Grande Fraternidade Branca, tem mantido a escola de mistérios do Senhor Maitreya em escolas de mistérios, ou retiros espirituais, que atuam como repositórios para o conhecimento do fogo sagrado que é outorgado  às chamas gêmeas, quando estas demonstram a disciplina necessária para se manterem no caminho da árvore da vida. Assim a chama sempre se manteve acesa, mesmo que, para poucos.

 A Grande Fraternidade Branca, patrocinou as escolas de mistérios na Lemúria e na Atlântida, onde as verdades espirituais superiores eram ensinadas  àqueles que quisessem seguir as disciplinas dos adeptos. A Sangha do buda, a comunidade essênia em Qumran e a escola de Pitagoras Crotona, encontravam-se entre as escolas de mistério mais remotas. Outras escolas localizavam-se nos Himalaias, no Extremo Oriente e no Egito, bem como na Europa e na América do Sul. Uma a uma, estas escolas de mistérios foram destruídas ou dispersadas. Sempre que estas escolas são destruídas, os Mestres Ascensos que as patrocinam, retiram suas chamas e santuários sagrados para seus retiros no plano etéreo, onde os discípulos continuam sendo treinados entre as encarnações e em seus corpos mais sutís (durante o sono ou no samadhi), para que possam alcançar o conhecimento do EU Divino. 

  A Grande Fraternidade Branca é universal, uma entidade cósmica que não pertence a nenhuma escola, mas, fundou, através dos Mestres Ascensos, as escolas de mistério atuais e mais conhecidas, que servem o propósito divino de expansão dos ensinamentos, são elas:  A Escola de Teosofia do final do século XIX, A Agny Yoga, O Movimento EU SOU, A Ponte para a Liberdade e A Summit Lighthouse.

  As escolas dos mestres, foram fundadas por seus mensageiros escolhidos, cada um deles, em épocas diferentes. Esses mensageiros, não mais estão à frente dessas escolas, assim, o que nos resta, neste momento, é estudar os ensinamentos liberados para a humanidade, através dos mensageiros em suas escolas. 

 Todas as escolas que dizem ser da Grande Fraternidade Branca e que ensinam que a salvação virá em naves espaciais são falsas, e criada para confundir os filhos da luz. Os verdadeiros mestres ensinam que a salvação é apenas através do coração, a salvação é espiritual, e não, física. 

 O "exoterismo", ao contrário do "esoterismo ensinado pelas escolas", estuda os ensinamentos religiosos de fácil compreensão para o entendimento do povo, "os não iniciados". Suas escolas também foram criadas pelos mestres ascensos e são as oito maiores religiões do mundo, são elas: Judaísmo, Budismo, Cristianismo, Hinduísmo, Confucionismo, Islamismo, Taoísmo, e Zoroastrismo.

 Cada uma dessas oito religiões representa e ensina um dos oito principais raios da consciência divina. Cada uma dessas qualidades da mente de Deus sendo transmitidas à população, reencarnação após reencarnação, onde as almas encarnam em famílias de diferentes religiões para serem preparadas e aprenderem as diferentes qualidades da mente divina.

 Estas religiões não se dedicam a ensinar ao povo seu conhecimento mais profundo, mas sim uma pequena parte de seus ensinamentos, deixando os assuntos mais complexos para seus integrantes mais dedicados. Assim, muitas verdades, que poderiam ser levadas ao povo, são deixadas para os que se entregam de corpo e alma para a instituição.

 O Esoterismo também estuda a verdade que está contida no âmago dessas oito grandes principais religiões do mundo. As escolas da Grande Fraternidade Branca são o local certo para tirar todas as dúvidas, por que podemos enxergar em todas as direções e servir-nos de todos os ensinamentos em uma única fonte, estudando todas as 12 qualidades da mente de Deus: O Poder Divino, O Amor Divino, A Mestria Divina, O Controle Divino, A Obediência Divina, A Sabedoria Divina, A Harmonia Divina, A Gratidão Divina, A Justiça Divina, A Realidade Divina, A Visão Divina e finalmente a Vitória Divina.

* A palavra "Chela", escrevia-se cheta (ceta) ou cheda (ceda) e significava servo, discípulo.
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Para saber mais visite:

www.grandefraternidadebranca.com.br


Vitória Sempre na Luz!