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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

HO’OPONOPONO (por Joe Vitale)

  Já conhece o Ho´oponopono? Já falei sobre esta técnica algumas vezes aqui no blog. Hoje reproduzo o depoimento do Joe Vitale, famoso por participar do filme "O Segredo" e autor de diversos livros de autoajuda. Este texto foi escrito a uns 10 anos atrás.


Joe Vitale

  Há dois anos, ouvi falar de um terapeuta, no Havaí, que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do preso e, em seguida, olhava para dentro de si mesmo a fim de ver como ele havia criado a enfermidade dessa pessoa. À medida que ele melhorava, o paciente também melhorava.

  A primeira vez que ouvi essa história, pensei tratar-se de alguma lenda urbana. Como podia alguém curar a outro, somente através de curar-se a si mesmo? Como podia, ainda que fosse o mestre de maior poder de autocura, curar a alguém criminalmente insano?  Não tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei essa história.

  Entretanto, a escutei novamente, um ano depois. Soube que o terapeuta havia usado um processo de cura havaiano chamado “Ho’oponopono”.


  Nunca ouvira falar dele, no entanto, não conseguia tirá-lo de minha mente. Se a história era realmente verdadeira, eu tinha que saber mais. Sempre soubera que total responsabilidade significava que eu sou responsável pelo que penso e faço. O que estiver além está fora de minhas mãos. Acho que a maior parte das pessoas pensa o mesmo sobre a responsabilidade. Somos responsáveis pelo que fazemos e não pelo que fazem os outros.

  O terapeuta havaiano que curou essas pessoas mentalmente enfermas me ensinaria uma nova perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade.  Seu nome é Dr. Ihaleakalá Hew Len.


Dr. Ihaleakalá Hew Len

  Passamos, provavelmente, uma hora falando em nossa primeira conversa telefônica. Pedi que me contasse toda a história de seu trabalho como terapeuta. Ele me explicou que havia trabalhado no Hospital do Estado do Havaí durante quatro anos. O pavilhão onde encerravam os loucos criminais era perigoso. Em regra geral, os psicólogos se demitiam após um mês de trabalho ali. A maior parte do pessoal do hospital ficava doente ou se demitia. As pessoas que passavam por aquele pavilhão simplesmente caminhavam com as costas contra a parede com medo de serem atacadas pelos pacientes.  Não era um lugar bom para viver, nem para trabalhar, nem para visitar.

  O Dr. Len me disse que nunca viu os pacientes. Assinou um acordo para ter uma sala no hospital e revisar os seus prontuários médicos. Enquanto lia os prontuários médicos, ele trabalhava sobre si mesmo. Enquanto ele trabalhava sobre si mesmo, os pacientes começaram a curar-se. “Depois de poucos meses, os pacientes que estavam acorrentados receberam a permissão para caminharem livremente”, me disse. “Outros, que tinham que ficar fortemente medicados, começaram a ter suas medicações reduzidas. E aqueles, que não tinham jamais qualquer possibilidade de serem liberados, receberam alta”. Eu estava assombrado. “Não foi somente isso”, continuou, “até o pessoal começou a gostar de ir trabalhar. O absenteísmo e as mudanças de pessoal desapareceram. Terminamos com mais funcionários do que necessitávamos porque os pacientes eram liberados e todo o pessoal vinha trabalhar. Hoje, aquele pavilhão do hospital está fechado.”

  Foi neste momento que eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares:  – “O que foi que o senhor fez a si mesmo para ocasionar tal mudança nessas pessoas?” . “Eu simplesmente estava curando aquela parte em mim que os havia criado”, disse ele. Não entendi. O Dr. Len me explicou, então, que entendia que a total responsabilidade por nossa vida implica em tudo o que está na nossa vida, pelo simples fato de estar em nossa vida e ser, por esta razão, de nossa responsabilidade. Num sentido literal, o mundo todo é criação nossa.

  Uau! Mas isso é duro de engolir. Ser responsável pelo o que digo e faço é uma coisa. Ser responsável pelo que diz e faz outra pessoa que está na minha vida é muito diferente. Apesar disso, a verdade é essa: se você assume completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você olha, escuta, saboreia, toca ou experimenta de qualquer forma é a sua responsabilidade, porque está em sua vida. Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia ou qualquer coisa que você experimenta e não gosta, está ali para que você a cure. Tudo isto não existe, digamos, exceto como projeções que saem do seu interior.  O problema não está neles, está em você, e, para mudá-lo, você é quem tem que mudar.

  Sei que isto é difícil de entender, muito menos de aceitar ou de realmente vivenciar. Colocar a culpa em outra pessoa é muito mais fácil que assumir a total responsabilidade, mas enquanto conversava com o Dr. Len, comecei a compreender essa cura dele, e que o Ho’oponopono significa amar-se a si mesmo. Se você deseja melhorar sua vida, você deve curar sua vida. Se você deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, você o faz curando a si mesmo.


  Perguntei ao Dr. Len como ele curava a si mesmo. O que era, exatamente, que ele fazia, quando olhava os prontuários daqueles pacientes?

  “Eu, simplesmente, permanecia dizendo ‘Eu sinto muito’ e ‘Te amo’, uma vez após outra” explicou-me.

  “Só isso?”

  “Só isso! Acontece que amar a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo e, à medida que você melhora a si mesmo, melhora o seu mundo”.

  Permita-me, agora, dar um rápido exemplo de como isto funciona. Um dia, alguém me enviou um e-mail que me desequilibrou. No passado, eu teria reagido trabalhando meus aspectos emocionais tórridos ou tentado argumentar com a pessoa que me enviara aquela mensagem detestável. Mas, desta vez, eu decidi testar o método do Dr. Len. Comecei a pronunciar, em silêncio: “Sinto muito” e “Te amo”. Não dizia isto para alguém, em particular. Ficava, simplesmente, invocando o espírito do amor, para que ele curasse dentro de mim o que estava criando aquela circunstância externa. Depois de uma hora, recebi um e-mail da mesma pessoa, desculpando-se pela mensagem que me enviara antes. Observe que eu não realizei qualquer ação externa para receber essa desculpa. Eu nem sequer respondi aquela mensagem. Não obstante, somente repetindo “sinto muito” e “te amo”, de alguma maneira curei dentro de mim aquilo que criara naquela pessoa.

  Posteriormente, participei de um workshop sobre o Ho’oponopono, ministrada pelo Dr. Len. Ele tem, agora, 70 anos de idade, é considerado um “xamã avô” e é um pouco solitário. Elogiou meu livro “O Fator de Atração” (The Attractor Factor). Disse-me que, à medida que eu melhorar a mim mesmo, a vibração do meu livro aumentará e todos sentirão o mesmo quando o lerem. Resumindo, na medida em que eu melhore, meus leitores também melhorarão.

  “E o que acontecerá com os livros que eu já vendi e que estão lá fora?” perguntei.

  “Eles não estão lá fora”, explicou ele, me desconsertando, mais uma vez, com sua sabedoria mística. “Eles ainda estão dentro de você”. Resumindo, nada está do lado de fora.

  Seria necessário um livro inteiro para explicar essa técnica avançada com a profundidade que ela merece. “Basta, apenas, dizer que, quando você queira ou deseje melhorar qualquer coisa na sua vida, existe somente um lugar onde procurar: dentro de você mesmo. E, quando olhar, faça-o com amor”. 


Dois dos livros de Joe Vitale que explicam o Ho´oponopono.

  Para saber mais:



quarta-feira, 1 de julho de 2015

Limite Zero - como conheci o Ho'oponopono


  A tempo divulgo aqui no blog a técnica havaiana Ho'oponopono. Sou um praticante diário desta ferramenta e sei o quão boa ela é, porém nunca divulguei o livro que trouxe este conhecimento a mim.
  Comprei-o na época porque foi escrito pelo Joe Vitale, conhecido autor de auto-ajuda e me surpreendi.

Descrição

  Como purificar pensamentos e ações negativas, deixando a mente livre para que a Lei da Atração possa conspirar a favor do ser humano nas mais diversas searas das vidas? Segundo Joe Vitale, o Ho’oponopono é a resposta. Em 'Limite Zero - O sistema havaiano secreto para a prosperidade, saúde, paz e mais ainda', o autor atualiza esse antigo sistema havaiano de cura. Levadas ao cotidiano, as quatro frases fundamentais do método - 'Sinto Muito'; 'Me Perdoa'; 'Eu te Amo' e 'Obrigado' - são artífices verbais para desarmar os programas mentais automatizados que geralmente colocamos em ação sem perceber.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Frases sobre Ho'oponopono I

  •  Eu te amo, sinto muito, por favor me perdoe, obrigado!
  • Quando percebo um problema, pergunto a MIM MESMO: "O que está havendo dentro de mim que causou esse problema? E como posso retificar esse problema dentro de MIM?
  • Meu trabalho é me purificar. Enquanto me purifico, o mundo se purifica porque estou no mundo. Tudo fora de MIM é uma projeção e ilusão. 
  •  É minha responsabilidade consertar tudo que vivencio dentro de MIM ao me ligar ao Divino. Eu digo "Eu te amo" ao Divino para consertar tudo do lado de fora.
  • Estou limpando MINHAS lembranças.
  • A dor dentro de MIM é uma lembrança COMPARTILHADA.
  •  Eu me purifico constantemente em relação a tudo, pois não sei o que é uma lembrança e o que é uma INSPIRAÇÃO.
  • O estado ZERO é minha residência com a Divindade. É o lugar de onde fluem todas as bençãos, a fortuna e a paz. 
  • Ao purificar minhas LEMBRANÇAS, o Divino tem a chance de se manifestar pela INSPIRAÇÃO.
  • Problemas de dinheiro são simples lembranças repassando.Essas são lembranças que deslocam o EU. Para regressar ao ZERO, peço à Divindade que apague as lembranças por trás das MINHAS preocupações financeiras. 

Fonte: Marco Zero -  Joe Vitale

domingo, 20 de julho de 2014

Indicação de leitura: Marco Zero



Joe Vitale, aprofunda a experiência com a técnica havaiana que vem conquistando adeptos em todo o mundo em seu novo livro. 'Marco Zero - A Busca por Milagres por Meio do Ho`oponopono' revisa trabalhos anteriores e investiga as origens da prática capaz de transformar definitivamente padrões emocionais arraigados que impedem as pessoas de realizar verdadeiros 'milagres' internos e curar problemas de saúde, financeiros e afetivos. Um passo adiante para quem já descobriu o Ho`oponopono e deseja aprofundar sua prática, o livro possui ainda um guia para quem ainda não conhece o assunto.