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segunda-feira, 27 de abril de 2015

7 Dicas Poderosas de Prosperidade



1. Pratique a Gratidão - O sentimento de gratidão gera bem estar e alegria. Isso nos deixa mais criativos e otimistas e nos ajuda a ter boas idéias e enxergar melhor as oportunidades. Além disso, nossos sentimentos atraem coincidências que ajudam a gerar mais daquele sentimento. Ou seja, gratidão ajuda a atrair mais situações pelas quais nos sentiremos gratos. É o que muitos chamam de lei da atração. 
  Para aumentar o sentimento de gratidão, podemos utilizar uma prática simples que dá um excelente resultado. Faça uma lista com pelo menos 30 coisas que você se sente grato (coisas materiais, pessoas, habilidades que você tem, seu animalzinho de estimação…). Leia diariamente antes de dormir a sua lista e procure entrar em contato com o sentimento de gratidão. Quanto mais você praticar, mas ele vai aumentando e se tornando parte da sua forma de sentir a vida. 

2. Abandone as lamúrias e reclamações - Lamuriar é contrário de agradecer. Traz mal estar, nos deixa mais pessimistas, bloqueia a nossa criatividade. Vicia a mente em encontrar mais razões para se queixar. Algumas pessoas, mesmo quando passam por uma fase ótima ou durante o lazer, encontram sempre coisas para reclamar. Acabam dando mais importâncias ao que não está saindo conforme seus desejos. A atenção seletiva funciona também para encontrar coisas negativas, e a maioria das pessoas tem usado esse poderoso mecanismo mental para essa finalidade.
  Suas mentes são treinadas para encontrar razões para sofrer. Além disso, pela lei da atração, quanto mais reclamamos, mais atrairemos situações desagradáveis. Por isso, para aumentar a prosperidade, abandone todo e qualquer hábito de reclamar: do passado, da profissão, do governo, da falta de dinheiro, do sócio e etc… Se alguma situação não está conveniente pra você, faça o que estiver ao seu alcance para mudar. É possível fazer isso sem ter que entrar na energia nociva da reclamação. Entretanto, em algumas situações, nada poderá ser feito. Nesse casos, a reclamação torna a situação mais difícil de suportar. 

3. Cuide do fatores visíveis mais óbvios - A abundância material é o resultado de vários fatores visíveis e invisíveis. Os fatores visíveis são aqueles mais óbvios: trabalhar com dedicação, se preparar intelectualmente, fazer cursos de reciclagem, ir atrás dos seus objetivos… Recomendo que qualquer pessoa cuide desses fatores visíveis para crescer. Entretanto, conheço várias pessoas que, apesar de serem inteligentes, dedicadas e preparadas, não conseguem um crescimento financeiro e profissional satisfatório. Isso não acontece por acaso. 

4. Cuide da parte invisível - Fatores inconscientes, e portanto mais difíceis de serem detectados, tem uma grande força e podem atrapalhar o nosso crescimento de forma sorrateira. Essa parte invisível se compõe de pensamentos, sentimentos e crenças negativas de diversos tipos que geram processos de autossabotagem inconsciente. Influenciam totalmente as nossas escolhas sem que a gente perceba, destroem a criatividade e atraem situações negativas. 

5. Liberte-se de crenças nocivas com relação ao dinheiro - Pensamentos do tipo: dinheiro atrai inveja, tira a paz interior, escraviza o homem, corrompe, dinheiro é mal do mundo, atrai falsos amigos e etc… fazem com que você se sabote e deseje se afastar do dinheiro para sua própria proteção, mesmo que racionalmente você diga querer mais abundância. Isso acontece de forma sutil e inconsciente. 

6. Liberte-se de crenças nocivas com relação a sua profissão - Crenças do tipo: Professor nasceu pra sofrer; é difícil ganhar dinheiro como terapeuta; empresário pequeno não tem como crescer; o mercado paga mal; o mercado para tal profissão não tem mais espaço e etc… bloqueiam as idéias e deixam as pessoas presas na difícil situação em que a maioria se encontra. Limpando essas crenças, começamos a enxergar as oportunidades que os bem sucedidos vêem e passamos nos destacar. Nos tornamos a “exceção” daquela profissão ou daquele mercado.

7. Trabalhe a sua autoestima - Esse é um tema vasto. A autoestima é afetada por uma séria de fatores desde a nossa infância. Vários sentimentos acumulados minam a autoestima: medos, culpas, rejeição, abandondo, reprovação, críticas e etc. A baixa na autoestima é a falta de amor por si mesmo, gera sentimentos de não merecimento. E quanto menos a gente se ama, mais, de forma inconsciente, sabotaremos o nosso crescimento profissional e financeiro. Afinal de contas, quando você não gosta de alguém, você deseja que esse alguém cresça? Duvido. O mesmo acontece com você mesmo. Quando a nossa autoestima é baixa, somos o nosso próprio inimigo a nos sabotar. 

Fonte:
www.andrelimaeft.com.br

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Descubra suas crenças através da sua realidade

  


  Acreditamos em muitas coisas negativas que influenciam de uma forma profunda a nossa vida. Boa parte das vezes nem temos consciência das nossas crenças limitantes e o quanto elas têm o poder de dirigir nossos pensamentos e ações, dando origem a vários tipos de problemas nas mais diversas áreas. Algumas pessoas conseguem reconhecer suas crenças, mas acham que elas são verdades. Outros reconhecem e têm consciência que é uma negatividade que pode ser curada (melhor assim, pois a autossabotagem fica menor). E alguns sequer têm noção das crenças negativas que carregam e o quanto elas estão gerando problemas. Vamos explicar melhor esse terceiro caso.

  Essas pessoas que não têm noção das suas crenças podem dizer coisas do tipo: “eu me sinto merecedor de prosperar; eu quero prosperar, ter uma vida abundante, uma ótima renda e vejo o dinheiro como uma ferramenta maravilhosa que só pode nos trazer coisas boas”. Mas qual é a realidade dessa pessoa? Trabalha muito, ganha pouco. Nunca consegue crescer. Quando começa a melhorar financeiramente, sofre um golpe e perde. Por mais que tente, não consegue criar a realidade abundante que diz desejar e merecer. Quando isso ocorre, a nossa realidade está nos dizendo que temos crenças negativas contrárias àquilo que estamos dizendo da boca para fora. A realidade está gritando, nos informando que essa pessoa tem várias crenças que podem dizer: “eu não mereço ou não me sinto digno de uma vida confortável; para ganhar bem vou ter que me matar de trabalhar e eu não quero isso; dinheiro pode trazer uma série de problemas que eu não quero ter; na minha profissão não é possível ganhar bem; no fundo, eu não quero ganhar melhor; tenho medo de crescer por tais e tais razões…”.

  E pode haver, ainda, muitas outras crenças limitadoras associadas a esse problema que ela não enxerga: “se eu ganhar melhor, podem ficar com inveja de mim; não posso ter uma vida mais feliz que a do meu pai que sofreu tanto; se eu ganhar muito vou estar tirando a chance de outras pessoas; a culpa da pobreza é dos que têm muito; quem sou eu para querer ter uma vida confortável; eu não tenho competência; eu não sou bom o suficiente; e se eu ficar bem e depois perder tudo?” A realidade é quem manda. É ela quem nos dá os indícios daquilo que guardamos no nosso interior. Uma realidade saudável, abundante, cheia de bons relacionamentos mostra que guardamos pouca negatividade. De forma análoga, uma realidade de escassez e sofrimento reflete que temos muitos pensamentos, crenças e sentimentos a serem curados.

  Quer ter uma noção daquilo de negativo que você guarda? Faça o seguinte exercício. Observe as áreas problemáticas da sua vida, seja na parte profissional, relacionamentos sociais ou amorosos. Descreva detalhadamente esses problemas e como eles se manifestam. Depois, como se você estivesse analisando a vida de outra pessoa, faça a seguinte pergunta: que pensamentos, crenças e sentimentos negativos uma pessoa que tem esse tipo de problema pode estar carregando? Deixe surgir as repostas. Não censure nada. É possível que você se surpreenda com a quantidade de coisas negativas que você vai descobrir a seu respeito. É importante fazer o exercício como se estivéssemos analisando a vida de outra pessoa.

  Brigas e mágoas acontecem com frequência na sua vida? É possível que você encontre sentimentos e crenças que digam: “o ser humano é muito difícil; as pessoas não são confiáveis; todo mundo quer passar por cima do outro; é muito difícil ter uma amizade verdadeira”. E, em qualquer área onde temos problemas, sempre vai haver também questões de autoestima contribuindo negativamente: “não mereço; não sou bom o suficiente; não é para mim; não tenho competência; os outros podem, mas eu não; sinto-me inferior…” E tudo isso é gerado e alimentado por sentimentos guardados do passado de rejeição, perdas, críticas, fracassos etc. Às vezes enxergamos as crenças, mas as temos como verdades incontestáveis, ou seja, nem nos damos conta que é apenas uma negatividade que pode ser curada.

  Vou dar um exemplo para ilustrar melhor. Vejo muitas mulheres se queixando que é muito difícil arranjar um relacionamento. E elas justificam essa dificuldade apontando várias “verdades” que elas observam na “realidade”: falta homem no "mercado"; os homens não prestam; homem é tudo igual; só tem mulher; todos os que valem alguma coisa já estão casados ou namorando; os que estão solteiros não querem nada com a vida ou, então, no fundo, são gays. Enquanto isso, existe mulher que está em um ótimo relacionamento. Enquanto isso, têm aquelas que acabam um relacionamento e já começam outro, não demora muito tempo. E, paralelamente, tem aquela que passa anos solteira, e que é sempre rejeitada, ninguém quer namorar com ela. O "mercado" é o mesmo para as duas. Só que esse segundo tipo de mulher acredita piamente nessas crenças limitantes e, talvez, em outras mais (muitas delas com relação à autoestima, sem dúvida).

  O primeiro tipo de mulher tem algo que as outras não têm. Não é questão de beleza física nem de sorte. São características emocionais e na autoestima que a levam a criar uma realidade diferente das outras mal sucedidas. As mal sucedidas não conseguem ver a verdadeira causa da sua dificuldade em encontrar e manter um bom relacionamento saudável, e acabam culpando fatores externos que não estão ao seu alcance de mudar. Isso é um grande engano. Se ela mudar o seu interior, curando sentimentos negativos guardados, inseguranças, medos, rejeições do passado e uma série de outras emoções negativas, seu pensamento mudará, suas ações também se modificarão e sua realidade vai refletir a mudança.

  Entretanto, quando estamos nesse estado negativo, os pensamentos e crenças limitantes nos convencem o tempo todo que eles são muito verdadeiros e que não depende de nós, gerando alto grau de autossabotagem. A negatividade tem todo um mecanismo próprio de nos provar sua falsa verdade. Ficamos perdidos, presos, culpando o exterior e perdemos a oportunidade de descobrir e curar a verdadeira fonte dos problemas que está dentro de nós.

Fonte:
http://www.andrelimaeft.com.br/